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Erradicar a pobreza extrema e a fome 

Meta 1.A:

Reduzir para metade entre 1990 e 2015 a proporção da população cujo rendimento é inferior a 1dólar por dia

Meta 1.B: 

Alcançar o emprego produtivo e em pleno, o trabalho decente para todos, incluindo mulheres e jovens

Meta 1.C:

Reduzir para metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população afetada pela fome

                                                                                

O ingrediente principal

Este ODM foca-se na luta contra a pobreza e fome. O objetivo é reduzir para metade o número de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia (0,75 Euros) e o número de pessoas afetadas pela fome.

E como estamos?

A crise económica e financeira associada à crise energética e ao aumento do preço dos alimentos teve um enorme impacto na prossecução da meta de redução da pobreza. Em 2012, quase mil milhões de pessoas iam para cama com fome. Traduzindo: 1 em cada 7 pessoas dormia com fome. E porquê? Os cidadãos e os governos comprometeram-se a mudar, mas temos de atuar sobre as causas e não sobre a consequência. A distribuição desigual de recursos na economia mundial, a pressão demográfica, o desemprego, a educação inadequada, a degradação ambiental, a corrupção, má governação e conflitos são algumas das causas de pobreza. Temos de tornar evidentes os esforços para erradicar as causas da pobreza, o que inclui a adoção de novos estilos de vida.

Apenas metade dos países estão no caminho certo para atingirem as metas dos ODM, na sua maioria países de rendimento médio. No entanto, espera-se que em 2015 a taxa global de pobreza caia 15%, o que significa que este ODM será atingido.

Contudo, a geografia da pobreza difere nas várias regiões mundiais. Na América Latina 11% da população vive com menos de um dólar por dia. Este número sobre para 49% na África Subsariana.

Em pleno Século XXI podemos fazer mais e melhor para eliminar a pobreza extrema e a fome no Mundo.

Monitor do ODM 1

 

O que dizer aos Jovens Urbanos Ativos sobre o ODM 1?


Provavelmente os JUA não se vão tornar ativistas políticos na luta contra a pobreza global. Mas existem outras formas de cooperar, por exemplo, não contribuir para a “especulação financeira alimentar” que per si pressiona os stocks e mercados de alimentos. Outra opção é apoiar o aumento do rendimento das famílias trabalhadoras nos Países em Desenvolvimento através da compra de produtos de comércio justo.